O que é Design?

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Nos últimos anos o Design vem cada vez mais ganhando força, principalmente no mundo empresarial e da inovação, mas ainda assim é fácil se pegar em meio há uma discussão e perceber que as pessoas ainda não têm uma verdadeira ideia ou noção do que é e qual é a sua verdadeira função!

A maioria das pessoas relacionam o design somente com o seu fator estético, como por exemplo, o desenho/ilustração, formato/shape de produtos, logotipos ou materiais impressos como revistas, livros e etc. O que para mim é uma visão muito superficial do que realmente é o papel do Design para o mundo e acabou me motivando a escrever esse post e abrir aqui no blog um espaço para discussão sobre sua verdadeira essência.

O design nasceu junto ao movimento da Bauhaus em 1919 e em consequência da devastadora industrialização gerada pela Revolução Industrial e o seu impacto na vida das pessoas e nos produtos manufaturados dos artífices e dos operários. O design nasce sustentado por três pilares: forma + FUNÇÃO + negócios. Eu destaco a palavra FUNÇÃO porque é nela que quero começar minha reflexão.

A FUNÇÃO do Design é identificar e solucionar problemas, focado nas pessoas, ele se manifesta através de novos serviços e produtos. O Design é uma junção de diversas áreas do conhecimento (Humanas, Exatas e Biológicas), métodos, técnicas e ferramentas que interagem entre si, e quando bem executado, proporcionam soluções desejáveis para as pessoas e empresas.

O design atua como um mediador entre as pessoas e suas necessidades!

E é essa essência do design, que em algum momento da história foi perdida, gerando muitas vezes não só discussões superficiais sobre seu verdadeiro valor e significado mas também serviços e produtos que não correspondem com a expectativa das pessoas.

Esse é só o nosso primeiro post sobre o universo do Design, um pontapé inicial sobre como as lentes do design podem nos ajudar a mudar o mundo!!!

Fiquem a vontade para comentar e enriquecer nossa discussão!!!

@Cotovelobranco

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Uma criatividade desperdiçada

brasilQuem acompanha as tendências e necessidades do mundo corporativo sabe que estamos no momento da inovação, não falta posts em blogs, matérias e vídeos em sites sobre inovar e sua importância e momento de destaque. Em paralelo, a criatividade nos profissionais é cada vez mais solicitada pelas empresas públicas, privadas e a indústria. Caso alguns de vocês tenham tido a oportunidade trabalhar em grandes empresas, sabem que é comum que essa criatividade exigida como diferencial fique amarrada em modelos de negócios e gestões com estruturas rígidas, onde não existe espaço para experiências ou modelos inovadores, que requer correr o risco do novo. Mas não é sobre esse desperdício que abordarei no post e sim sobre a criatividade brasileira, carinhosamente nomeada de jeitinho brasileiro.

“jeitinho brasileiro”.

Esse criatividade consagrado, poderia ser apenas positivo, sua essência irreverente, de improviso, adaptável, realmente é uma facilitadora para inovar, mas essa capacidade cultural não é bem aproveitada. O brasileiro age e toma decisões que surpreendem justamente por ir contra regras estabelecidas, quebram paradigmas. Não seguir fórmulas tradicionais ou regras cegamente, possibilita inovar e em alguns casos trás resultados positivos, seja no futebol com jogadores criativos que pensam por si e ajustam as jogadas de acordo com seus instintos ou na hora de conceber um novo serviço, improvisar na execução de uma tarefa, então não seguir as regras acaba possibilitando enxergar o mesmo dilema por outras lentes. Mas falta maturidade no brasileiro de saber quando utilizar essa postura. O quadril ágil, que encanta com seu molejo deve ser direcionada para a coordenada correta e é ai que toda criatividade de uma nação trabalha contra ela mesma.

Somos uma das nações com pior desenvolvimento humano, nossos governantes estão entre os mais corruptos do mundo, nossa educação está no nível das nações mais subdesenvolvidas do planeta, nossos impostos são os maiores do mundo. Com esse cenário, não é uma surpresa os brasileiros terem aversão aos assuntos políticos. Somos um povo condicionado a zelar apenas a nossa família, nossa casa, nosso mundo. Mas esse comportamento só beneficia a tudo continuar como está e uma das consequências desse isolamento do povo com sua nação é o desperdício da criatividade brasileira, que se moldou na persona do Malandro. A vitória do Malandro, suas conquistas, estão na sua capacidade de ludibriar pessoas, instituições ou simplesmente usufruir de um produto como assinatura de canais de televisão a cabo e não pagar por eles. Esse egoísmo da população poderia ser justificado pelo fato de trabalharmos 5 meses do ano para o governo e a grande maioria desse dinheiro não tem o destino que deveria, porém, em 513 anos de Brasil, já deu para perceber que agir assim não prospera. O motivo é simples, nossos eleitos que governam o Brasil vieram dessa sociedade que só pensa no seu pequeno núcleo familiar,  é esse o DNA dos nossos Senadores, Vereadores e Deputados. Se sobrevivemos na pré história pela nossa capacidade social, essa individualidade não é a resposta. Fico pensando que o Brasil mesmo com todos esses problemas, ainda é a 7° potencial econômica mundial e com seu território de tamanho continental, temos um campo enorme para crescer. Então imagina se o Malandro com toda sua desenvoltura, inteligência, sua capacidade de comunicação, seu network diversificado, se tudo isso fosse direcionado para o Brasil?

O tempo que se perde esquematizando como será feita a Declaração de Imposto de Renda para pagar menos e não cair na malha fina, poderia ser gasto fiscalizando as prefeituras, estados e o planalto. Poderiamos acionar nosso network e analisar se o orçamento de uma obra está correto, acompanhar licitações públicas, acompanhar os prazos, basta o Malandro requebrar como só ele sabe. Só isso não tornará o cenário ideal, porém acreditar que vamos ter mudanças nas leis que protegem os governantes, diminuição das regalias parlamentares, redução dos impostos em um páis em construção na maioria do seu território é tão ingênuo quanto o meu texto. Não existe uma solução rápida ou individual para o Brasil, porém o tempo e o esforço do malandro será o mesmo de hoje, mas agir em prol do país, seria uma verdadeira inovação para o nosso amanhã.

Não existe uma solução rápida ou individual para o Brasil”

@roman_o

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Os 5 estágios da Inovação

Photo by opensourceway

Photo by opensourceway

Recentemente li um artigo no qual Josh Craft listou as 5 etapas pelas quais todas as pessoas ou organizações passam para pode inovar, e tenho que admitir que ele possui argumentos consistentes. Pude ver essa sequência em algumas das empresas para as quais presto serviços, e foi o que me chamou a atenção.
A próxima vez que você desejar que uma verdadeira mudança aconteça na sua organização, prepare-se, talvez você experimente esta sequência de acontecimentos:

1. As pessoas negam que a inovação é necessária;

2. As pessoas negam que a inovação é eficaz;

3. As pessoas negam que a inovação é importante;

4. As pessoas negam que a inovação vai justificar o esforço necessário para adotá-lo;

5. As pessoas aceitam adotar a inovação, desfrutar de seus benefícios, atribuí-la a outras pessoas que não o inovador, e negar a existência dos estágios 1 a 4.

E você, já passou por algum desses estágios?

Futuramente, escreveremos mais artigos sobre esse tema e sobre como o Design pode ajudar empresas a inovar e a resolver os problemas enfrentados no mundo de hoje!

Fiquem ligados!

@Cotovelobranco

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Most Contagious 2012

Começando o ano de 2013 com energias e espírito renovados, é hora de planejar mais um ano que se inicia, mas antes de começar esse planejamento, que tal darmos uma olhada no que rolou de interessante em 2012?

A Contagious Magazine, revista focada em um futuro voltado para ideias de marketing e tecnologias emergentes, lançou no final do ano passado o Most Contagious 2012 Report, um review de tendências, tecnologias e inovação que influenciaram diversas marcas como Nike, Coca-Cola, Zappos, Magazine Luiza e tantas outras durante o ano de 2012.

Topics Review 2012 copy

Separado em 16 categorias, ele apresenta diversos cases e acontecimentos que se destacaram durante todo o ano de 2012,  como por exemplo, os Jogos Olímpicos de Londres ou o Vip Fridge Magnet e até mesmo cases brasileiros como o Magazine_Você, uma plataforma desenvolvida pela Magazine Luiza onde qualquer pessoa pode criar sua própria mini-store de produtos do site Magazine Luiza e publicar no Facebook, na qual o criador tem uma comissão que varia entre 2,5 a 4% de lucro em cima de cada produto vendido.

O Most Contagious é um relatório recheado de grandes ideias que vale a pena a sua atenção, não somente para saber o que rolou de interessante no mundo em 2012, mas também para quem está a procura de novas ideias e oportunidades para 2013.

Um Ótimo Ano a todos!

@Cotovelobranco

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Indigente, muito prazer!

Qual a importância de um nome?

" Ser ou não ser, eis a questão."

Qual a importância de um nome? Para algo existir, ser reconhecido, um nome é o mais importante? Muitos podem dizer que não, que é indiferente e o importante é sua essência, seu conteúdo. Porém a simbologia de um nome é algo que não podemos ignorar. O ato de nomear um objeto, brinquedo ou qualquer produto, o humaniza, o torna mais significativo e real. Mas mesmo parecendo uma tarefa simples, na ânsia por agregar crenças e valores que o nome deve carregar, a escolha se torna uma epopéia digna de Ulisses.

Nós, do blog Indigênte, estamos nessa aventura. São três exploradores com a mente inquieta e curiosa, que querem aprender e compartilhar ideias. Convidamos vocês para acompanhar todo esse processo, de um blog sem nome em sua aventura de se tornar completo. Dizemos completo pois sua existência foi estabelecida aqui, hoje!

A escolha de “existir” mesmo sem um nome veio de várias conversas, onde discutiamos o porque hesitamos tanto em darmos o primeiro passo, se de fato, só saberemos o que há no segundo passo, se dermos o primeiro. Esse é um pensamento que todos devemos adotar, pois só saberemos o que ocorre em uma situação, quando nos defrontarmos com ela e só seremos quem queremos ser, quando formos esse alguém. Então seremos o que queremos ser e compartilharemos e aprenderemos aqui, escutando, escrevendo e conversando com e para vocês.

Até breve!

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